Beira Interior

A Região da Beira Interior está plantada no coração do interior centro de Portugal e é a região vitivinícola mais alta do país.

A Região da Beira Interior está plantada no coração do interior centro de Portugal e é a região vitivinícola mais alta do país. A produção de afamados vinhos, neste escarpado território, teve início na época romana e contribuiu desde cedo para uma rápida humanização.

Os vinhos da Beira Interior distinguem-se dos demais pela viagem de aromas e sabores que oferecem, resultado das condições que a região reúne e que permitem excelentes maturações dos néctares. 

Esta exuberância aromática e as condições particulares da região, que atribuem uma singularidade aos vinhos, faz com que a Beira Interior se queira afirmar e ocupar o seu lugar de excelência na produção de vinhos.

Clima

Pelo seu enquadramento geográfico é fácil perceber que estamos perante um clima temperado de influência continental, com grandes amplitudes térmicas anuais e diárias. 

Pelo seu enquadramento geográfico é fácil perceber que estamos perante um clima temperado de influência continental, com grandes amplitudes térmicas anuais e diárias. Os invernos são muito rigorosos e com temperaturas negativas, já os dias quentes e secos dos meses de verão contrastam com as noites frescas que são um dos elementos chave para uma maturação mais lenta e uniforme.

A conjugação destas características climatéricas atribui um cunho diferenciador aos vinhos da região.

Solo

A Região da Beira Interior, localizada entre as terras altas das serras da Estrela, Marofa e Malcata, é singular por apresentar um dos mais vigorosos contrastes do solo português.

A Região da Beira Interior, localizada entre as terras altas das serras da Estrela, Marofa e Malcata, é singular por apresentar um dos mais vigorosos contrastes do solo português. Entre os solos de origem granítica das montanhas e os solos xistosos da bacia hidrográfica do Douro, existem muitos filões de quartzo. É nestes últimos que reside a particularidade destes solos obterem melhor insolação, devido à reflexão da luz solar, o que favorece as maturações.

Nestes solos estão reunidas condições de excelência para o desenvolvimento das castas autóctones já perfeitamente adaptadas às características agrestes dos mesmos. É aqui que nascem vinhos frescos, vivos e de aromas complexos e frutados.